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Qualidade Beta.


CALÇADOS DE SEGURANÇA

A longa experiência da BETA em ferramentas, permitiu dispor toda sua tecnologia em calçados de segurança, com pormenores específicos, com intuito de satisfazer as exigências de seus clientes, acostumados com a segurança, conforto, fiabilidade e duração de seus produtos.

Todos os calçados são atenciosos quanto ao design, seleção de materiais, técnicas de fabricação e o controle de qualidade, que ultrapassam os requisitos das normas européias na matéria.

Para a linha 2006, a BETA está perfeitamente adequada às novas normas Européias EN ISO 20345 - 20347, introduzidas em 2004. Houveram melhorias na ergonomia e na resistência ao deslizamento, com a implementação de uma nova sola de poliuretano de dupla densidade.

A parte da sola concebida para absorção de energia foi redesenhada de acordo com o sitema SAS (Shock-Absorber System). O interior foi melhorado com a introdução do forro multi-camada 3D que, através de micro-furos e aliadas à palmilha anatômica FRESH PLUS, permite a evaporação da umidade e mantêm os pés sempre secos.

Os modelos com biqueira de proteção, classificados por resistência de acordo com as normas 20345 (200 Joules), 20346 (100 Joules) e 20347 (Sem biqueira), respectivamente abreviados como S, P e O, ganharam uma nova estrutura. Agora as biqueiras são feitas em plástico polímero PLASTIC TOES, ultra-resistente de peso até 51% inferior às antigas biqueiras de aço, não detectável por detectores de metal. São ainda anti-magnéticas, anti-corrosiva, anti-alérgica e reciclável.

E por fim, as inovações incorporam um novo tipo de solado anti-perfuração em multi-camadas de fibra composta, extremamente resistente graças ao tratamento cerâmico COMPOSITE INSOLE. Elas são 15% mais resistentes que as antigas palmilhas de aço, mais resistentes á altissimas temperaturas e indetectáveis por detetores de metal.

Os calçados tem como características básicas (SB – Safety Base) - Gaspea em pele ou similar, altura da Gáspea e Forro anterior (opcionalmente sola antiderrapante ou reforçadas e forro posterior). A seguir podem ter os níveis:

  • 1 – Antiestática, Absorção de choques mecanicos na zona do tacão e sapato fechado na parte posterior;
  • 2 – Impermeabilidade da Gáspea, Resistência absoluta à água por no mínimo 1 hora;
  • 3 – Palmilha de cerâmica e Sola estriada ou reforçada;

    Todo o nosso calçado é feito tendo em vista a máxima flexibilidade, elasticidade e conforto do utilizador.



    Para facilitar a identificação dos calçados no catalogo BETA, foram criados ícones que identificam as características técnicas disponíveis nos modelos de calçados, a saber:


    NORMAS E DISPOSIÇÕES GERAIS


    Os calçados sem as marcações adicionais não protegem de tais riscos.
    A marcação CE significa que este produto satisfaz as prescrições essenciais previstas pela diretriz européia CEE/89/686, relativa aos dispositivos de proteção individual. relativos a:
    - inocuidade, conforto, resistência e ergonomia.
    - proteção contra os riscos de queda por escorregamento: todos os calçados superam os requisitos da norma ENV 1328787. O utilizador deve ser informado que os calçados novos podem ter inicialmente uma resistência menor ao escorregamento em relação a quanto indicado pelo resultado do teste, que a resistência do calçado ao escorregamento pode mudar segundo o estado de desgaste e que a correspondência das especificações não garante a ausência de escorregamento em qualquer condição. A correspondência à resistência ao escorregamento da norma ENV 13287 deve ser indicada claramente no conteúdo da nota de uso. Na falta dessa indicação o calçado deve ser considerado não antiderrapante, porque não é idôneo para a proteção contra os riscos de queda por escorregamento.
    - foi aprovado no exame CE de tipo: todos os calçados para uso profissional são testados por um órgão credenciado.
    - que este modelo de calçado de segurança foi submetido a um exame CE de tipo, por parte de uma entidade autorizada.


    EN ISO 20344:2004 Metodologia de teste e requisitos gerais.
    Valores exigidos EN ISO 20344/51617:2004: de 1.105 OHM até 1.109 OHM ou de 0,1 M? até 1000 M?. Devem ser considerados calçados condutivos para valores inferiores a 1.105 OHM. Devem ser considerados calçados isolantes para valores superiores a 1.105 OHM. Tensão de teste: 100 Volts corrente contínua. Devem ser considerados antiestáticos todos os calçados com os símbolos S1- S2 - S3 - 01- 02 - 03 – A.


    EN ISO 20345:2004 Especificações dos calçados de segurança com resistência da ponta a 200J.
    Os calcados de trabalho em Norma EN ISO 20345:2004 são marcados por um 'S' (do inglês Safety = Segurança).
    Encontramos o calçado denominado “de base” que é marcado com as letras SB (S=Segurança - B=Base) este calçado deve ter os seguintes requisitos mínimos: altura da gáspea - ponta (comprimento mínimo, base portante mínima) - gáspea pelo menos em couro raspa e/ou sintético e similar - forro dianteiro - entressola - sola de qualquer tipo de material, pode ser lisa - a gáspea no calçado baixo pode ser aberta. Nos calçados “SB” nunca estão compreendidos os seguintes requisitos se não forem especificados detalhada mente: anli-estaticidade ¬absorção de energia do salto - impermeabilidade dinâmica da gáspea - sola com característica antiderrapante¬ - sola com reforço - forro traseiro - gáspea de pele crosta - lâmina antifuro.
    - em termos de conforto e resistência, um nível de desempenho definido por uma norma européia harmonizada
    - a presença de uma ponta de proteção dos dedos dos pés que protege contra as batidas com energia igual a 200J e os riscos de esmagamento com uma carga máxima de 1500 da N. ou 15 kN, isto é cerca de 1500 kg (Luz resídua para o número 42 mm.14)
    - os calçados com símbolo EN ISO 20346:2004 garantem a proteção contra os riscos de esmagamento com uma carga máxima de 1000 da N. ou 10 kN, isto é, cerca de 1000 kg
    - a presença da entressola antifuro de aço garante uma resistência à perfuração de uma carga de 1100 N. (cerca de 110 kg). Além do mais o símbolo de identificação é P
    - os calçados com o símbolo EN ISO 20347:2004 não prevêem proteção de risco de esmagamento porque não possuem nenhum tipo ponta (não resistem ao teste de esmagamento da ponta)
    Calçado com características capazes de proteger o portador de lesões que podem decorrer de acidentes nos setores de trabalho para os quais os calçados foram projetados, dotados de pontas concebidas para fornecer uma proteção contra as batidas quando testados a um nível de energia de 200J.


    EN ISO 20346:2004 Especificações dos calçados protetores com resistência da ponta a 100J.
    Os calçados Profissionais em Norma EN ISO 20346:2004 são denominados “Calçados de proteção”. São substancialmente idênticos aos Calçados de segurança. As únicas diferenças são as seguintes: - ponta de proteção contra batidas com energia de 100J - são marcados com "P” (do inglês “Protective”) ao invés de "S” (Calçados de segurança). N.B.: Uso somente nos locais de trabalho onde for suficiente a proteção de 100J.
    - em termos de conforto e resistência, um nível de desempenho definido por uma norma européia harmonizada
    - a presença de uma ponta de proteção dos dedos dos pés que protege contra as batidas com energia igual a 200J e os riscos de esmagamento com uma carga máxima de 1500 da N. ou 15 kN, isto é cerca de 1500 kg (Luz resídua para o número 42 mm.14)
    - os calçados com símbolo EN ISO 20346:2004 garantem a proteção contra os riscos de esmagamento com uma carga máxima de 1000 da N. ou 10 kN, isto é, cerca de 1000 kg
    - a presença da entressola antifuro de aço garante uma resistência à perfuração de uma carga de 1100 N. (cerca de 110 kg). Além do mais o símbolo de identificação é P
    - os calçados com o símbolo EN ISO 20347:2004 não prevêem proteção de risco de esmagamento porque não possuem nenhum tipo ponta (não resistem ao teste de esmagamento da ponta)
    Calçado com características capazes de proteger o portador de lesões que podem decorrer de acidentes nos setores de trabalho para os quais os calçados foram projetados, dotados de pontas concebidas para fornecer uma proteção contra as batidas quando testados a um nível de energia de 100J.


    EN ISO 20347:2004 Especificações dos calçados para usos especiais (profissionais). Nenhuma resistência especifica ponta.
    Os calcados de trabalho em Norma EN ISO 20347:2004 são denominados “Calçados profissionais”. São sub¬stancialmente idênticos aos calçados analisados anteriormente. Diferenciam-se pelo fato de não ter uma ponta de proteção. A marcação é efetuada substituindo as letras "S” e “P” com “O” (do inglês “Occupational”= trabalho) e portanto identificam-se com OB, O1, O2, O3.
    Calçado com caracteristicas capazes de proteger o portador de lesões que podem decorrer de acidentes nos setores de trabalho para os quais os calçados foram projetados.


    Calçados anti-estáticos:
    Para os calçados que possuem características antiestáticas as seguintes recomendações devem ser observadas com atenção: os calçados antiestáticos deverão ser utilizados se subsistir a necessidade de reduzir uma carga eletrostática mediante descarga eletrostática, de maneira a excluir o perigo de combustão dos materiais inflamáveis, por exemplo, vapores com faíscas. De qualquer maneira deve-se dizer que os calçados antiestáticos não fornecem uma proteção suficiente contra choque elétrico porque criam somente uma resistência entre o piso e o pé. Se não for possível excluir totalmente o perigo de um choque elétrico, devem ser tomadas outras precauções para a eliminação deste perigo.
    Tais precauções e os testes descritos aqui a seguir deverão fazer parte de um programa de prevenção contra acidentes de rotina no local de trabalho. A resistência elétrica deste tipo de calçado pode ser modificada de maneira consistente no caso em que o sapato for dobrado, sujado ou submetido à umidade. Este sapato não cumpre suas funções se por acaso for colocado em ambientes molhados. É, portanto, útil fazer o necessário para que o produto seja capaz de desempenhar a própria função de descarga de cargas eletrostáticas no período da sua duração. Ao utilizador é aconselhado, portanto, para fazer regularmente um teste prático da resistência elétrica no próprio local. Se o sapato for usado em condições que favorecem a contaminação do material da sola, o utilizador deverá verificar as características elétricas do próprio calçado todas às vezes antes de entrar em um ambiente perigoso. Nos ambientes onde são utilizados calçados antiestáticos a resistência do chão deverá ser tal a não anular a função protetora do calçado. Durante o uso não deverão ser interpostos materiais isolantes entre a entressola do calçado e o pé do utilizador. Se for colocada uma palmilha entre a entressola e o pé do utilizador, deverá ser verificado o comportamento elétrico da combinação calçado/sola.


    Calçados eletricamente isolantes:
    Os calçados com propriedades isolantes fornecem uma proteção limitada de contatos acidentais com aparelhagens elétricas danificadas e, portanto, cada par deve ser fornecido com as seguintes informações:
    a) os calçados com propriedades isolantes deverão ser vestidos em caso de perigo decorrente de choques elétricos, por exemplo, de aparelhagens danificadas.
    b)os calçados eletricamente isolantes não podem garantir em 100% a proteção de choques elétricos e, portanto, é essencial adotar medidas adicionais para evitar este risco. Estas medidas, mais os testes adicionais relacionados a seguir, deverão fazer parte de um programa normal de controle.
    c) a resistência elétrica dos calçados deverá satisfazer os requisitos da norma EN50321:1999, 6.3 durante toda a duração do próprio calçado.
    d) este nível de proteção pode ser atribuído a:
      I- calçados danificados por cortes, abrasões ou agressões químicas que necessitam de controles regulares e não devem ser usados se estiverem danificados.
      II- os calçados com classificação “I” podem absorver umidades se usados durante longo tempo em ambientes úmidos e podem tomar-se condutivos
    e) se os calçados forem usados em ambientes com chão contaminado, por exemplo, por substâncias químicas, é preciso prestar atenção quando se entra em contato com as zonas perigosas porque as mesmas poderão danificar as propriedades elétricas do calçado.
    f) sugere-se para controlar e testar com meios adequados as propriedades isolantes dos calçados durante o uso dos mesmos.
    Classe 00 500V CA ou 750V CC
    Classe 00 1000V CA ou 1500V CC


    Calcados dissipativos para ambientes EPA:
    Os calçados que contêm a marcação EPA satisfazem quanto exigido pelas normas CEI EN 61340 - 5 -1 (01) e CEI EN 61340 - 43 (02) com relação aos requisitos para os elementos específicos de proteção pelas ESD de componentes eletrônicos (campo de aplicação relativo à produção e ao uso de dispositivos eletrônicos). Os calçados dissipativos para ambientes EPA devem ter uma resistência total do conjunto calçado/piso com valor compreendido entre 7,5x10^5 Ohm e 3,5x10^7 Ohm.


    Verificações e controles antes do uso.
    - Antes de calçar o sapato verificar que os sistemas para fechá-lo funcionem, controlar a espessura da sola e que o sapato tenha todas as características indicadas no carimbo.
    - Se o calçado for previsto com ponta de aço e lâmina anti-perfuração, verificar a sua presença antes do uso do próprio sapato.
    - Se o calçado apresentar defeitos ou quebras deve ser substituído.
    Em ambientes sob condição de seco e quente recomenda-se de utilizar calçados com permeabilidade ao vapor da água da gáspea o mais elevado possível (por exemplo: S1/S1P).
    Em ambientes sob condição úmida recomenda-se de utilizar calçados com resistência à penetração e absorção da água da gáspea (por exemplo: S2/S3).
    O Dispositivo de Remoção Rápida (DPR 547 de 24/4/1995) deve ser usado no caso de perigo de infiltrações de partes incandescentes e/ou líquidos corrosivos.
    A responsabilidade da escolha do modelo em função do risco é do Empregador.
    Somente os calçados com o símbolo HRO satisfazem os requisitos á “resistência do calor por contato” da norma harmonizada EN ISO 20344:2004.


    Embalagem, conservação, manutenção, e vencimento:
    - Os sapatos são embalados em caixas e devem ser armazenados em depósitos com temperatura ambiente.
    - Os sapatos devem ser limpos com escovas e engraxados com graxas naturais.
    - Os sapatos molhados não devem ser colocados sobre uma fonte de calor após o seu uso.
    - Por causa de inúmeros fatores (umidade durante o armazenamento e modificação da estrutura dos materiais no tempo) não é possível indicar com certeza a durabilidade de armazenamento do calçado. Em geral, para calçados totalmente de poliuretano ou com fundo em poliuretano, de qualquer maneira pode-se tomar como hipótese uma durabilidade máxima de três anos. Para os outros tipos de calçados pode-se dizer uma durabilidade máxima de 5 anos.
    - Esse prazo entende-se para calçados novos, embalados e guardados em condições controladas, evitando, isto é, grandes oscilações térmicas e de umidade relativa.


    Palmilhas extraíveis:
    Os calçados foram certificados pelo laboratório com a cobertura da entressola ou palmilha interna extraível inseridas nos calçados. A cobertura da entressola ou palmilha interna extraível pode ser substituída somente com uma reposição original fornecido pelo fabricante dos calçados. Ao contrário, não são garantidas as características de segurança do calçado.


    Inocuidade:
    O Cromo VI considera-se irrelevante quando é inferior a 10 mg/kg ou 10 pp milhão. Valor ph >= 3,2






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